Paquistão pune estupradores com castração química

Os criminosos sexuais que foram condenados por vários estupros podem ser castrados quimicamente no Paquistão. A Lei Anti-Estupro foi aprovada na quarta-feira.

A lei vem em resposta à crescente demanda por justiça para as vítimas de violência sexual e ao clamor público sobre o alto número de casos de estupro de mulheres e crianças no país.

O projeto de lei pede ao governo do Paquistão que crie tribunais especiais em todo o país para agilizar os casos de estupro e garantir que os casos de agressão sexual sejam ouvidos “prontamente, de preferência dentro de quatro meses”.

Os culpados de estupro coletivo podem ser condenados à morte ou prisão perpétua. Os perpetradores envolvidos em vários casos de agressão sexual podem ser castrados quimicamente de acordo com a nova lei do Paquistão. No processo de castração química, em que os hormônios sexuais são suprimidos por medicamentos, os homens perdem o desejo de se envolver no comportamento sexual. O efeito é reversível.

A Amnistia Internacional afirmou que a nova lei é “cruel e desumana”. As autoridades devem prestar atenção às causas subjacentes da violência sexual. É uma forma legal de punição em países como Coréia do Sul, Polônia, República Tcheca e alguns estados dos Estados Unidos.

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