O ex-detetive português não acredita na culpa do principal suspeito alemão no caso Madeleine McCann no exterior

Madeleine “Maddy” McCann desapareceu em 3 de maio de 2007, pouco antes de seu quarto aniversário, da casa de férias que seus pais haviam alugado na Praia da Luz, Portugal. No ano passado, o judiciário alemão anunciou o suspeito no alemão Christian Bruckner.

Amaral disse à AFP que as autoridades alemãs “criaram um suspeito”, após a publicação de um novo livro sobre o caso chamado “Maddy: Enough of Lies”. “Se eles (as autoridades alemãs) tivessem alguma coisa contra ele, ele teria sido acusado e condenado”, disse o português. Ele acrescenta que ainda não há evidências do sequestro.

Quatorze meses depois de uma investigação polêmica, na qual os pais também suspeitaram, a polícia portuguesa resolveu o caso, apenas para reacendê-lo cinco anos depois. O alemão estava na lista de interrogados, mas a polícia não o encontrou e não conseguiu falar com ele em 2007. Segundo Amaral, a polícia teve de insistir em falar com ele.

Em 2008, o ex-investigador também publicou um livro sobre o mistério. Nele, ele disse que os pais estavam envolvidos no desaparecimento. Os pais entraram com um processo por difamação e queriam que o livro fosse banido. Depois de ser condenado em 2015, foi absolvido em 2017.

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