A terceira vaga alastra-se em Portugal e revela dois tipos de observação

“Atualmente temos 41 pacientes corona, mas podemos ter mais 25, se necessário”, diz Paulo Bettencourt, estagiário da CUF no maior hospital privado do Porto. Esse hospital é realmente um oásis de paz. Os pacientes ficam em quartos separados atrás de uma fita amarela, onde apenas enfermeiras com fita adesiva são permitidas.

Bettencourt está irritado com o debate em seu país sobre a expulsão de pacientes para outros países europeus. “Estou muito zangado com isso. Não é possível em Portugal fazer uma joint venture de alguma forma. Temos espaço nos hospitais. Podemos resolver este problema. Mas não temos políticos para resolver isso.”

Dois tipos de aumento

A privatização da saúde começou em Portugal há décadas. Durante a crise econômica de dez anos atrás, houve enormes cortes nos cuidados de saúde sob pressão da Europa. O setor privado ficou ainda mais fortalecido quando os estrangeiros descobriram o ‘prazer’ de uma cirurgia no joelho sob o véu português.

Mas cada vez mais enfermeiras estão deixando os cuidados de rotina mal remunerados para outros países da UE. Como resultado, a diferença entre atendimento privado e público tornou-se cada vez mais clara.

A fronteira espanhola foi fechada

Atualmente, há um bloqueio no país do sul da Europa para evitar novas ondas de poluição. As escolas que estavam inicialmente abertas agora estão fechadas. Os voos para o Brasil e o Reino Unido foram cancelados e a única fronteira terrestre com a Espanha será fechada.

No Hospital São Jono, o enfermeiro Daniel Valente circula pela movimentada enfermaria com os pacientes. O que acaba lhe dando energia? Ele aponta. “Todas essas pessoas. A verdade é que essas pessoas estão tendo sucesso na cura. De onde vem a sua força.”

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